sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Exercício ExpoUna

Prezados,

A ExpoUna terá uma mostra de videos. Como é obrigatória a ida de vocês, como última postagem peço que assistam pelo menos um dos videos de ficção e façam uma análise aqui sobre a interpretação e direção de atores. Não esqueçam de colocar o nome da obra e o seu diretor.

19 comentários:

  1. PAZ E BEM!
    Pessoal,

    Percebi nos trabalhos de curta produzidos pelos alunos do TIDIR e que foram exibindo na ExpoUna que há uma necessidade incrível de se trabalhar com o ator. Percebi a importância que tem a direção de atores. As técnicas são exaltadas como a fotografia, o roteiro, a direção de arte, mas e os atores? Também precisam de ensaio, tempo para incorporar a personagem.
    Minha sugestão e que logo nos primeiros períodos tivessem as disciplina de Roteiro e direção de atores para ajudar os alunos a refletirem sobre a característica e construção dos personagens no desenvolvimento do roteiro. Essas disciplinas sendo trabalhadas no mesmo período iriam preencher, se compor e enriqueceria os trabalhos tanto de roteiro como de direção de atores, aí sim, pensaria em fazer um curta.

    7º período
    Shirley - manhã

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  2. Assisti um vídeo arte do 6° período apresentado por Marcos e Pedro, que dizia assim: isso é uma imagem em movimento, isso é uma imagem em movimento.
    Este trabalho foi gravado em voz off, com cinco minutos de apresentação, sem a presença de imagens que de certa forma causou muito desconforto às pessoas que o assistiam.
    Para Marcos um dos apresentadores,a proposta era tratar com imagem ordinária e que a intensão foi soltar uma bomba sem saber o que ia dar, eu não sei se é uma imagem ou se está em movimento.
    Para mim toda obra tem seu valor, porem não foi possível fazer qualquer tipo de análise com atores, porque não haviam atores, quanto a direção,não gostei,achei vago e inoportuno sua criatividade.

    Sebastião
    7° período - noite

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  3. Achei que os autores (de cada obra) estavam mais interessados em imagens, fotografias, do que em roteiros e interpretações.
    Acho que a matéria de direção de atores é para exatamente isto, criar bons roteiros, ajudar nas interpretações e se aperfeiçoar em imagens e fotografias.
    Talvez ela deveria ser dada no icinio do cursoe não na conclusão, ajudaria muito!!!

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  4. Assisti ao "Habeas Corpus", do diretor Henrique (não sei o sobrenome), do 5º período de Cinema. A proposta inicial foi que cada componente da equipe técnica fizesse uma função que nunca tinham feito durante o curso. O diretor, inclusive, disse que foi a sua estreia. Acredito que seja uma decisão boa, levando em consideração que escola é lugar de experimentação e é bom que isso tenha acontecido aqui. Porém, na prática, vemos claramente que não funcionou, afinal, cada um tem suas habilidades e fraquezas. Apesar dos mil problemas que eles disseram ter passado com atores, locações e etc, os atores finais, deveriam ter uma preparação ou até mesmo um toque crítico para que as atuações fossem melhores. Acredito que, por ser estreante, ele tenha tido algum receio, além de outras preocupações técnicas, que o impediram que melhorar na função de diretor, que seria orientar os seus atores.

    Nesse filme, em particular, muitas coisas não me agradaram como: a iluminação, enquadramentos, atuações e arte. Acho que eles poderiam ter optado por saídas melhores. Uma das cenas iniciais se tratava de uma discussão entre marido e mulher em que ele lhe dá um tapa e ela cai no chão. De uma forma muitíssimo exagerada, essa cena acontece no INÍCIO do filme de uma forma ruim porque não contextualiza direto a situação, pois não sabemos quem são os personagens ainda. De uma forma muito teatral e caricata, a atriz abre muito os braços, fala muito alto, mexe muito o corpo e isso prejudica na hora do cinema, pois as ações devem ser mais naturais. Um boa saída para essa cena, por exemplo, seria fazer uma série de enquadramentos fechados e bem picados, na hora da caída da mulher, para os defeitos passarem despercebidos.

    No 5º período, mesmo que não tenham essa disciplina ainda, os alunos sabem que é de extrema importância algum preparador de elenco para os devidos ensaios com os atores. E os problemas que venham a surgir no set é de responsabilidade da produção, justamente para não atrapalhar o trabalho criativo dos outros componentes. O cinema é um trabalho coletivo mas cada um tem a sua devida função e deve fazer com que ela seja feita da melhor forma possível e eu não vejo isso acontecendo bem na UNA. Todo mundo quer fazer tudo e acaba virando uma bagunça. Foi o que eu senti vendo esse filme. Acho que faltou muito de tudo, de todas as áreas, inclusive as que eles já aprenderam. É isso!

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  5. Atores ou eles mesmos?

    Assisti ao filme "Paraplageando" do diretor Mateus Primo exibido no Expo Una no dia 25/10 e saí com algumas críticas na cabeça, críticas essas boas e ruins. O filme teve uma excelente proposta que foi a de contar a história de jovens estudantes de cinema com a dificuldade de fazer um filme para fins acadêmicos. Entre as boas e ruins críticas que me vieram à cabeça durante o filme, falarei aqui apenas o que nos interessa, que foi a atuação e direção dos atores do filme. O que me causou muita dúvida durante o filme e que só pude esclarecer no final foi se os atores eram mesmos atores ou se eram o próprio grupo representando eles mesmos como se fossem atores e, o fato de eu não conhecer o grupo foi o que causou esta dúvida, sendo assim não há a necessidade de dizer o quão má foi a interpretação desses atores não é? Parecer eles mesmos pode até ser bom quando em certos casos, quando o papel é tão bem interpretado e parece ser tão natural que o ator parece estar interpretando, mas neste caso parecer eles mesmo me deu a entender que eles nunca trabalharam com atuação e por isso pareciam eles mesmo. Mas não digo isso de maneira geral e absoluta, alguns papéis foram razoavelmente interpretados e, não vem ao caso no momento, mas este filme surpreendeu em diversos outros aspectos.

    Poliana Rozado

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  6. Bem mesmo estando em uma faculdade de cinema, ou melhor de audiovisual, os alunos muitasdas vezes por falta de recursos ou uma procura detalhada ou até mesmo uma orientação sobre atores( Já que a disciplina de direção de atores só é lecionada no 7º período), acaba que muitas vezes tendo que interpretar seus filmes. E nos Tidires desse ano não foi diferente. Pude assistir o filme "Paraplageando" do diretor Mateus Primo e nele pude novamente comprovar que os alunos acabam sendo atores. Claro que sobre essa questão também existe a necessidade de se exibir ( salvo alguns casos). Mas sei muito bem o quanto é difícil dirigir um ator e mais ainda ter que se dirigir em cena ( já tive essa experiência). Assim acaba que os curtas exibidos acabam ficando um pouco com cara de "Malhação" atores jovens e iniciantes. E Paraplageando não foge a regra não pude perceber nenhum dos atores algo que me preendesse a seus personagens. Alguns abusavam de jargões gays e psicoticos enqunato outros mal falavam algo. O diretor/ator tentou até construir um filme baseado numa ideia bacana ( me lembrou um do Jack Black "Por favor rebobine"), contudo percebo que os futuros cineastas da Una acabam se preocupando demais com enquadramentos e esquecem do roteiro e dos atores.

    Felipe de Castro
    7º Período/noite

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  7. Assisti o filme "Paraplageando", e não gostei do filme como um todo, mas a direção de atores realmente deixou a desejar, os personagens estavão muito mal preparados e não conseguiram uma boa interpretação, isso ocorre devido ao tempo corrido que temos para a gravação dos curtas. A disciplina de direção de atores deveria ser uma das primeiras da grade pois, nós estudantes de Cinema muitas das vezes somos os próprios personagens dos nossos filmes, isso ajudaria muito.

    Michelle Rossi
    7° período noite

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  8. Assisti há alguns filmes, dentre eles "Bilhete Premiado" (nao consegui achar o nome do diretor).

    O filme tem interpretações notadamente fracas em sua integridade. Percebe-se ali em alguns momentos um erro constante na universidade em projetos de todas as turmas (inclusive as minhas e projetos que dirigi ou participei). Esse erro é tornar o roteiro superior aos atores e à direção. Muitas vezes se preocupa em fazer o ator decorar a fala e se esquece de que ele é um personagem, e não um mero reprodutor de um texto. Com esse erro, são gerados inúmeros problemas de cumplicidade entre personagem e público.

    Acredito eu, tomando a idéia da Milena, que não só a aula de roteiro e direção de atores deveria ser bastante anterior, mas também a de documentário. Creio que tendo mais experiência com situações reais, pessoas reais, os alunos podem acabar tendo mais criatividade para a escrita dos projetos e na própria maneira de lidar com os atores ou não-atores.

    Vale frisar que o momento mais legal desse filme citado é a cena em que os meninos ficam se olhando, um chupando picolé e outro olhando. Essa é uma cena que, no silêncio, diz tudo! Temos que ficar atentos a isso galera! A imagem e som podem às vezes dizer tanto quanto ou mais que as palavras.

    Gabriel Martins
    7º período - Manhã

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  9. Assisti o curta Bilhete Premiado.
    Era uma diretora, que não sei o nome.

    Apesar dos personagens principais serem interpretados por atores (afirmado pelo grupo), não gostei muito da atuação devido a falta de proximidade na pronunciação das falas, todas as falas foram explicitamente decoradas e a cada cena dava para perceber a falta de crença do ator no personagem, a atuação se mostrou falsa e somado a isso a falta de realismo nos papeis, observei a base em clichês e esteriótipos.

    Acredito que o curta se baseou em algo bastante afastado da realidade da equipe e por isso gerou uma insegurança na mesma. Como observou o Gabriel e a Milena, faltou a disciplina de direção de atores e acredito que falta montagem também, pois se na montagem deram um tempo maior para mostrar algo, acabaram por mostrar os atores atuando um papel. Por exemplo: É como falar que vai filmar alguem prendendo a respiração e cortar antes que ela solte o ar, mas na montagem deixar ela soltando esse ar. Vi em Bilhete Premiado o personagem e também o ator (antes ou em seguida).

    Outra observação que o Gabriel fez, assino embaixo, a da cena do menino chupando picolé. Acredito que nela existe uma atuação sincera e cinematográfica. O menino faz o que tem que fazer para o filme e o que seu personagem pede. Os dois meninos são fieis a cena, um chupando o picolé e o outro com vontade. A montagem favoreceu e acredito que pelos atores serem crianças - como observei em uma aula no inicio do semestre - creio na falta de desvinculação entre ator e personagem, daí as crianças atuam ao mesmo tempo que vivem.

    No todo, o curta apresenta muita fala desnecessária, no estilo novela: pensa e fala o que está pensando, se não fala o que está pensando na hora, comenta logo em seguida o que estava pensando, ou seja, sempre narrando o que não conseguiu dizer.

    Arthur B. Senra
    cinema e vídeo
    7º período - manhã

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  10. Assisti ao "Habeas Corpus", do diretor Henrique, como disse a Shirley, precisamos muito trabalhar a direção de atores, nesse curta que assisti nao gostei da interpretação dos atores, achei as cenas muito forçadas e os personagens nao se enquadraram nas ações, cenas que eram para passar tensão na verdade deu vontade de rir. Acho que a materia de direção de atores deveria vir um pouco antes no curso, pq todos se preoculpam mais com direção, fotografia e esquecem os atores.
    Carlos Alexandre
    7° periodo - manhã

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  11. Bom dia, boa tarde e boa noite pessoal! AFF ESSA MINHA FRASE TA FICANDO VELHA! kkk

    Infelizmente só consegui comparecer ao expouna uma vez na parte da manhã e não tinha nenhum filme sendo exibido na quarta feira, então segui as instruções do Cláudio, peguei um filme produzido por algum aluno da UNA.
    Escolhi falar sobre o "FILME DE SÁBADO" do meu amigo Gabriel Martins e que tem a participação de mais dois amigos ANDRÉ PRATA E MAURILIO MARTINS como atores. Acredito que minha escolha foi inteligente, pois o André é ator profissional e o Maurílio é um PICARETA, mas que pela atuação DÁ SIM PRA UM BOM ATOR. Rsss

    Vamos lá, em primeiro lugar, gostaria de lembrar que este curta está como destaque no portal www.portacurtas.com.br e com todo mérito. A produção tem pouco diálogos e por isso a atuação dos atores conta muito, eu que conheço bem os dois atores, sei como eles tiveram um trabalho pesado, o André Prata interpretando André, ficou muito diferente do que normalmente ele é, nada das ações dele lembra ele na vida real a não ser os gestos com o rosto e risadas que são a marca dele.
    Agora o outro ator, Maurílio... aliais PERNAMBUCO, esse sim, teve trabalho, ficou muito boa a participação dele, conseguiu fazer direitinho o papel de vendedor. O trabalho de interpretação ficou o mais natural possível, fato que como a Shirley falou, ficou com déficit nos curtas produzidos para o expouna 2009.
    O diretor que já tem uma bagagem muito pouco de experiência, acredito que foi fundamental pro resultado positivo do trabalho.
    Bom esse será meu ultimo Post, então...
    BOAS FESTAS GALERA E ÓTIMO FIM DE ANO.
    Abraços

    André Ferreira Santana
    7º Cinema e Vídeo - Manhã

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  12. Eu vi 2 filmes: esse "Paraplageando", do Matheus Primo, do 4º período, e mais da mesma turma, mas que não lembro o nome do filme e nem do diretor. O tema do tidir era o real ou a realidade, não tenho certeza. A idéia do primeiro é ótima: conta a história de um grupo de amigos e estudantes do curso de cinema que precisam realizar um curta. Das mesas de bar e imaginações em salas de aula, esse grupo passa pela difícil e longa parte de criação, que acaba resultando em uma imitação de uma cena obviamente conhecida pelo público: a do assassinato no banheiro em “Psicose”, de Alfred Hitchcock. O filme na verdade, é uma grande metalinguagem dos alunos de cinema que realmente criaram esse filme. Cada personagem representa o alter-ego dos realizadores do curta. O título faz referência além da “criação” da cena final do filme, à facilidade dos cineastas iniciantes caírem em clichês mais que batidos do cinema. Como por exemplo, a necessidade em encontrar e mostrar alguma beleza em personagem fumantes que mais parecem uma chaminé. Mas o problema, como na maioria dos filmes dos alunos da Una e ironicamente de uma equipe iniciante, reside na atuação dos atores: carregados de fortíssimo e irritante sotaque mineiro, o grupo de jovens atores principais lembram atores de teatro de agência preparatória para o próximo elenco de "Malhação". Mas não são de todo mal, percebe-se que les têm a noção disso e se esforçam muito, na verdade. Mas não dá para comprar o que eles vendem. Merecem créditos pela tentativa e esforço, brincando com o texto que fala exatamente de clichês.

    O outro filme que não lembro o título e nem o nome do diretor é melhor em relação a atuação: começa como um documentário, acompanhando um dia na vida de um taxista de meia-idade e de estilo brega: desde quando ele se levanta da cama de manhã e se arruma em frente ao espelho até as cenas em que mostram ele pegando um passageiro. No outro dia, ele visita sua mãe e sua tia humildes, e ouvimos o depoimeto da primeira sobre o seu filho. O que é interessante no filme, é que em algumas cenas o pessoal que fez o filme aparece em frente nos planos, segurando a câmera, os fios, o boom, e sendo convidado pela mãe pra entrar dentro de casa como se fosse amigos do filho dela, e numa parte muito engraçada em que quando eles acompanham o taxista no seu trabalho, uma menina entra dentro do táxi já informando o seu local de destino, quando percebe que tem um cinegrafista filmando lá dentro, e ela sai na hora. Pareceu um documentário comum, mas depois, durante a banca, eles falaram que são todos atores e pra quem não sabia, a história foi criada. O melhor do filme é o ator que fez o personagem principal, que ele realmente convenceu como um personagem caricato de documentário (ele falava igualzinho como o Pedro, do filme "Napoleon Dynamite", muito engraçado, até a cara era igual). As mulheres (não tenho certeza se são atrizes) que fizeram a tia e a mãe tbm são maravilhosas, elas tbm parecem com esses personagens típicos de documentário.

    Lucas Nolasco 7º período / Noite

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  13. Assisti o filme do diretor Mateus Primo "Paraplegeando"; percebi que todos os cuidados foram voltados para a parte tecnica,audio,iluminação e pouca preocupação com a direçao de atores. Seria uma boa opção no meu ponto de vista se a máteria Direção de Atores fosse dada mais no inicio do curso, assim nós alunos teriamos mais conhecimento e com certeza o resultado nos nossos filmes seriam bem melhor.
    Neste filme os própios alunos tentaram interpretar eles mesmos, não gostei do resultado, a idéia foi boa más não concretizada com êxito.
    Gláucio noite

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  14. O "Paraplageando" tinha até uma proposta boa, mas que não conseguiu ser concretizada. Além de erros em algumas áreas como na direção de fotografia e na própria direção, o trabalho com os atores foi deixado de lado. Infelizmente o que mais peca no filme é a má atuação destes, deixando o filme massante e forçado. Já o outro curta que assisti apresenta uma atuação boa. É contada a história da vida de um taxista na forma de um documentário fictcío. As atuações chegam a ser tão convincentes que quando o filme acaba você realmente se pergunta se tudo aquilo é mesmo verdade ou atuação. Acho que os alunos da UNA deveriam se preocupar mais com os atores e as atuações de seus filmes, afinal de contas assistir um filme com uma péssima atuação é massante.

    Ana Adélia 7° - noite

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  15. oLÁ!
    Assisti um filme do sexto período que nomeei de:"Isto é uma imagem em movimento".Bom,de início achei super interessante,transgressor,mas logo quando percebi que iria ficar 5 min apenas escutando a frase inicial repetidamente me veio a cabeça,a possibilidade deste filme ou produto não-visual ,porém,auditivo ter sido mal construído embora a idéia em si seja proveitosa.A tela era preta,nada de atuação para comemtar portanto,se algo tem que ser dito é que a voz não foi muito elaborada e conduzida,afinal de contas voz é atuação!

    No mais ficou um gostinho de algo a mais para complementar este produto,imagens,ou anlisar o tempo de exposição da voz e da tela preta...

    interessante,mas clichê.

    FERNANDA FIGUEIREDO

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  16. O tema do TDIR para a turma do 6º período foi “Da inteireza à Falta”.
    O curta “Fragmentos” que é a junção de cinco curtas foi construído de forma a se pensar no antagonismo dos reais significados das palavras do tema ou como elas dialogam entre si. A primeira coisa que notei ao ver o filme foi como a seleção de atores é importante. A maioria dos atores do curta foram os próprios alunos do grupo e que deixavam muito a desejar em suas atuações. É importante para nós estudantes estarmos cientes do processo de casting e como ele é fundamental. As idéias dos curtas eram até interessantes, mas as interpretações é que foram mal sucedidas.
    Marcela de Oliveira
    7º período /noite

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  17. O curta Paraplagiando feito pelos alunos do 4° semestre tem com narração principal, a narração de jovens estudantes de cinema ao estar fazendo o filme, e suas dificuldades em fazer em grupo, sendo representado ali alunos, e assim suas diferenças e a diferença que ambos vêem o trabalho, foi muito bem explorada pelos alunos nas suas atuações, mostraram uma boa exploração na emoção dos personagens, ao colocar com sutileza elementos cômicos na trama, e em conversas longas que mostram o planejamento de um roteiro pelos alunos, percebendo assim a dificuldade de conseguirem unir suas idéias, já que se trata de um trabalho feito em grupo.
    Por se tratar de um filme feito por alunos iniciantes, foi percebido uma não utilização eficaz na fotografia e som do filme, mas isso não tirou o mérito do curta, que apesar de um pouco repetitivo foi muito criativo e bem dirigido, por estar tratando de ações corriqueiras desses alunos, mostrando assim um amadorismo dentro do próprio roteiro, o que ficou muito bom se tratando de um primeiro trabalho dos mesmos alunos.

    nathalia Pimenta

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  18. Assisti ''Paraplageando''! e senti um certo plágio dos atores por eles mesmos! A interpretação de um roteiro deve seus maiores méritos A INCORPORAÇÃO DOS PERSONAGENS, esses criados na ficção para recriar uma história. A partir do momento que pessoas reais automaticamente fazem a si mesmas perde-se o encanto, a proposta ,e totalmente o clima da produção, a platéia ao perceber tira totalmente os méritos, conheço alguns atores e realmente eles se plagiaram! E o resultado vocês estão vendo aqui! A percepção do público que não bate palmas e sim cria dúvidas em cima da obra. Daniel Sellos

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  19. Como não pude ir a ExpoUna, por motivos de viagem, irei fazer como o André Ferreira, e discorrer sobre um projeto que eu participei como ator, que é o "Filme de Sábado" do Gabriel Martins. E farei isso justamente por ter percebido, pela primeira vez, como era estar na frente das câmeras e sendo dirigido por alguém e isso foi bastante enriquecedor para o processo de direção de atores feito por mim dai em diante. E creio que é uma experiência válida para todos aqueles que dirigem. Estar sendo conduzido, dentro de um processo que o outro coordena, é árduo, e ficamos, principalmente os iniciantes na atuação, que era o que ocorria comigo ali, numa certa dependência do diretor para as marcações. A partir do ensaio, e com a presença de um ator profissional que era o André Prata, fui chegando a atuação dentro daquilo que eu almejava e o diretor queria e no final consegui imprimir um ritmo satisfatório. Tudo num processo muito colaborativo, onde discutiamos muito, eu o outro ator do curta e o diretor. Cada gesto era avaliado e sentido dentro do ritmo do filme. Creio que ficou bom, mesmo não sendo eu um ator profissional, pois o filme vem tendo uma excelente carreira em festivais pelo Brasil e já foi inclusive premiado no último Festival Brasileiro de Cinema Universitário. Foi selecionado também para a Mostra BH, para o Curtacinema no Rio de Janeiro e agora recentemente para o "Pedra que Brilha" em Itabira. Sinal de que deu fruto minha atuação "off beat".

    Maurílio Martins
    7º Periodo - Noite

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